segunda-feira, 17 de junho de 2013

Para atingir a plena satisfação sexual é muito importante que o homem conheça bem as zonas de maior erotismo da companheira.
É essencial que ele saiba quais as zonas mais sensíveis e como estimulá-las, de forma a excitar a parceira.
Apesar de todo o corpo feminino reagir de forma erótica quando acariciada por imas mãos masculinas hábeis, as principais zonas erógenas são os órgãos genitais, os seios e a boca. Outras importantes zonas sensíveis são as pernas, os músculos, as ancas, as orelhas, as nádegas, os ombros, a cintura e o ventre. Todas estas partes do corpo, quando acariciadas, dão à mulher uma agradável sensação de prazer erótico. Se as carícias forem feitas com os lábios e a língua, a sensação de prazer da mulher será muito mais intensa.

O JOGO ERÓTICO.
O homem deve fazer as carícias de forma gradual e subtil para que a mulher desfrute de todo o prazer e excitação nos momentos anteriores ao acto sexual. Deve iniciar os preliminares com suaves beijos na zona do pescoço, com especial incidência na zona entre o ombro e a orelha. A nuca e a garganta não são zonas tão sensíveis como esta. As orelhas são zonas muito sensíveis: é extremamente excitante a passagem da língua pelo lóbulo ou a introdução no interior da orelha. Há mulheres mais sensíveis a estas carícias, mas, de um modo geral, nenhuma é insensível ao toque da língua. Todavia o homem deve estar atento, pois algumas mulheres não sentem prazer nesse contacto e chegam mesmo a sentir-se incomodadas. Quando a mulher, ao ser acariciadas nas orelhas, começa a respirar com mais rapidez, isso é um indicador de que está preparada para a realização do coito. O homem deve então prosseguir com as carícias para outra zona do corpo, os ombros, por exemplo.

BEIJOS E ABRAÇOS.
O beijo francês é naturalmente o mais popular e eficaz em termos eróticos. Trata-se de um beijo que o homem e mulher dão com a boca aberta, introduzindo a língua na boca do respectivo parceiro. As duas línguas acariciam-se e a excitação erótica que se produz é de considerável intensidade. O beijo, quer seja o francês, quer seja o clássico (o que os amantes dão com a boca fechada, acariciando somente os lábios), deve ser acompanhado de um abraço. Através do abraço e do beijo, o homem poderá aperceber-se da sensibilidade sexual da sua companheira. Há mulheres que preferem ser beijadas de forma arrebatada e apertadas entre os braços do homem. Outras preferem beijos ternos e prolongados e abraços suaves e insinuantes.

OS SEGREDOS DOS SEIOS.
Consoante a forma e o volume dos seios, pode determinar-se de uma forma aproximada o caracter sexual de uma mulher. Os tipos de seios mais usuais são:
- Em forma de disco ou de concha;
- Em forma de maçã ou semisférios;
- Em forma de pêra ou de bola.
Os seios femininos são muito importantes na vida sexual e desempenham um papel primordial no jogo erótico. Hoje, ao que tudo indica, os seios pequenos são considerados, pelos jovens, mais eróticos do que os grandes. No entanto, houve épocas em que o peito volumoso era sinónimo de erotismo. Estas considerações não deixam de ser um fetiche masculino, pois os seios nunca deveriam ser considerados independentemente do corpo. A observação do volume do peito só faz sentido quando inserida na análise das dimensões do corpo da mulher. Os seios pontiagudos são característicos das mulheres que possuem um forte temperamento erótico. Este tipo de mulher é, regra geral, muito apaixonada e ama com intensidade, entregando-se completamente ao gozo sexual. A mulher de seios semiesféricos, não muito grandes, tem um temperamento doce e passivo. O peito que se inclina quase até às axilas denota que se trata de uma mulher voluntariosa, dotada de um acentuado temperamento sexual, mas propensa à histeria. Uma mulher com os seios volumosos, flácidos e descaídos é, geralmente, uma pessoa de difícil trato. As que possuem seios planos, mas não demasiado pequenos, são pessoas românticas, que precisam de ser correspondidas a nível sexual e afectivo.

JOGO DOS PRELIMINARES.
A sensibilidade dos seios reside nos mamilos, que devem ser beijados e acariciados com a língua de forma suave. A excitação da mulher através das carícias nos seios é maior se for feita com a língua do que com a mão. Quando a mulher fecha os olhos e fica com uma expressão de êxtase é sinal de que está muito excitada.

OUTRAS ZONAS ERÓGENAS.
A cintura é uma zona erógena estratégica: o seu interesse reside na proximidade a que está dos órgãos genitais. Esta parte do corpo não tem um valor erótico em si mesma. Apenas é importante por ficar a meio do caminho entre os seios e os órgãos genitais. Os músculos das pernas que ficam entre os joelhos e o “monte-de-vénus” são outra zona erótica particularmente sensível da mulher. As carícias nesses músculos com as mãos são muito excitantes, mas se forem feitas com a boca, os resultados serão ainda mais intensos. Os joelhos, ainda que pareça estranho, são uma zona que, em muitas mulheres, proporciona tanto prazer como os lábios como os lábios ou os seios.

NO LIMIAR DA PENETRAÇÃO.
A vulva também proporciona momentos de grande prazer. O problema é que a estimulação da vulva tem que ser mais rápida e sincronizada do que a estimulação do clítoris e nem sempre o casal consegue actuar ao mesmo ritmo. Desta forma, torna-se mais difícil atingir o orgasmo através da estimulação da vulva. Os pequenos lábios são uma zona particularmente erótica, especialmente se o contacto for entre essa zona e o pénis. As carícias manuais também produzem excitação e pode até atingir-se o orgasmo com elas, mas a satisfação é inferior.

“DESCOBRIR” O CLÍTORIS.
O clítoris é a parte mais sensível do órgão genital feminino. As carícias no clítoris não só provocam uma excitação intensa na mulher, como podem mesmo levá-la a atingir o orgasmo. Há mulheres que nunca chegam a conhecer outro tipo de orgasmo a não ser o clítoris. Na masturbação, é o clítoris que produz o orgasmo. Dada a importância deste órgão nas relações sexuais, convém descrevê-lo: é muito pequeno, tem cerca de 2 cm e a sua forma faz lembrar a ponta do pénis. Grande parte do clítoris está oculta e a parte que está visível parece a glande masculina, mas em miniatura.
Fica situado entre os pequenos lábios e, quando estimulado, fica erecto.
É muito importante que o homem não complete o acto sexual antes do clítoris ficar erecto, pois isso significa que o jogo erótico anterior não atingiu o seu objectivo. O homem deve, portanto, continuar comos preliminares até que a mulher esteja devidamente excitada. Há homens que só se preocupam com o seu próprio prazer e consumam o acto sexual rapidamente, sem querer saber da companheira. Estes indivíduos não têm consciência de que, com esse comportamento, estão a defraudar as expectativas sexuais da parceira e podem causar-lhe traumas que culminem na sua frigidez e repúdio pelos contactos sexuais.

AS EMOÇÕES SEXUAIS DO HOMEM.
Conhecida a técnica de excitação da mulher, é necessário conhecer a mecânica da erecção masculina.
Em primeiro lugar, é preciso dizer que a sexualidade feminina é muito mais complexa do que a do homem. Isto não se deve apenas ao facto de que os seus órgãos sexuais serem mais complexos mas também porque a sua psicologia é igualmente elaborada. O homem sente desejo sexual com muito mais facilidade e rapidez do que a mulher: basta ao homem ver um atraente corpo nu ou um seio semicoberto para que a sua imaginação erótica comece a funcionar. A mulher não é assim tão simplista: é perfeitamente capaz de apreciar a beleza masculina com o intelecto, sem que isso inicie qualquer processo de desejo sexual. Apesar de alguns estudos em sentido contrário, consideramos que as zonas erógenas da mulher são muitas e de sensibilidade variada, enquanto as zonas eróticas do homem são mais reduzidas. Naturalmente que a mulher quando acaricia o homem não se limita a uma ou duas zonas. Mas essas carícias por vezes são supérfluas, enquanto na mulher são quase sempre necessários vários tipos de carícias em diversas zonas erógenas do seu corpo para que esteja preparada para a consumação da relação sexual.

EXCITAÇÃO MASCULINA.
A mulher pode intensificar com a boca a excitação sexual que a sua mera presença já provocou no companheiro. As zonas que ela pode acariciar eficazmente são, por exemplo, o peito, a cintura, a parte interior das pernas, o pénis e os testículos. As carícias realizadas com as mãos podem percorrer todo o corpo masculino, mas devem também se auto-excita com as carícias que faz nas zonas erógenas da parceira.

PRESLIMINARES E ORGASMO.
Por o homem não necessita de mais um minuto de jogos eróticos para estar disposto a realizar o acto sexual. Naturalmente que espera muito mais tempo pois os preliminares são uma fase que lhe dá bastante prazer e, além disso, tens que pensar na companheira que precisa de mais tempo para se excitar. Os homens atingem o orgasmo em poucos minutos e, apesar dos mitos que existem, não conseguem atingir mais do que um orgasmo pleno no decorrer de uma relação sexual. Quando obtêm orgasmos “múltiplos” isso deve-se apenas ao facto de nenhum dos anteriores ter sido um orgasmo completo.

DEPOIS DO COITO.
Uma vez concretizada relação sexual convêm que o homem relaxe o corpo por breves momentos: o esgotamento físico produzido pelo orgasmo recupera-se em poucos minutos. Não está, no entanto, preparado para nova relação sexual. Num segundo coito e excitação erótica leva mais tempo a produzir-se. Depois da primeira relação sexual, o homem tem que fazer um esforço voluntário para se excitar o suficiente para novo coito: desta vez não lhe chega o mero instinto sexual, ele tem que usar a sua imaginação erótica mais intensamente. No mínimo, o casal tem que esperar 15 minutos até tentar ter segunda relação sexual.

A RELAÇÃO SEXUAL.
A atracção sexual e o jogo amoroso estimulam o desejo, que não deixa de se manifestar até que se realize uma união sexual plena.
Como já foi dito, as zonas erógenas têm uma intervenção activa no prelúdio do coito. Á medida que o desejo sexual se vai intensificando, o sangue começa a afluir ao pénis que fica erecto. Na mulher intensifica-se a secreção mucosa vaginal. Mediante a erecção, o pénis fica pronto para penetrar a cavidade vaginal, realizando o acto sexual que culmina com o orgasmo. A excitação sexual foi incrementada pelo ritmo cardíaco que levou um maior fluxo sanguíneo ao pénis permitindo a sua erecção. Depois da consumação do acto sexual, o pénis volta ao seu tamanho natural. Nunca esquecer que os preliminares são uma fase imprescindível para que o casal possa atingir o orgasmo durante o acto sexual.

AS QUESTÕES DE PERSONALIDADE.
Outro factor que condiciona a conduta sexual é o temperamento. É evidente que a necessidade de manter relações sexuais e o desejo varia de pessoa para pessoa. Podemos dividir os homens em três grupos: limitados, correntes e intensos. Diz-se que um homem tem o apetite sexual limitado quando não é capaz de uma entrega total no momento do coito e quando o seu esperma é pouco abundante. O de natureza mais apaixonada tem um temperamento corrente e os dominados pelo desejo carnal são homens de paixão intensa. As mulheres podem ser classificadas da mesma maneira.

O ELEMENTO “DURAÇÃO”.
Quando está em causa a duração do acto sexual até atingir o orgasmo, novamente é possível fazer uma divisão dos seres humanos em três grupos: os que atingem o êxtase com muita rapidez, os que necessitam de algum tempo e os que são extremamente lentos. Em relação às mulheres há algumas diferenças sobre este último ponto: em geral, as mulheres não sentem prazer com a mesma intensidade que os homens. Estes saciam um desejo, enquanto as mulheres sentem prazer durante o acto mas é-lhes impossível definir em que é que consistem essas sensações. A prova destas diferenças é o facto de, após a ejaculação, o homem interromper de imediato o coito e a mulher não. As mulheres gostam de relações sexuais prolongadas e quando o homem não as satisfaz, sentem-se frustradas e irritadas.

PERSONAGENS NO DESEMPENHO SEXUAL.
Na relação sexual homens e mulheres desempenham papéis diferentes. Pode mesmo dizer-se que o seu conceito de prazer é diferente. No coito, o homem é a força agressiva e a mulher a receptiva, o que representa, basicamente, o papel e macho e de fêmea na natureza. Isto tem directamente a ver com conceitos diferentes sobre as relações sexuais: o homem pena “esta mulher está unida a mim” enquanto a mulher pensa “estou unida a este homem”. As mulheres e os homens desempenham papéis diferentes não porque sintam de maneira diferentes mas apenas porque têm personalidade diferentes. As combinações de união sexual é quase infinitas  e, de todas as vezes o casal tem que se esforçar por eliminar as discrepâncias que existem. Por exemplo, na primeira vez que um homem faz amor com uma mulher, a sua paixão é tão ardente que atinge o orgasmo muito rapidamente. Esta precipitação vai diminuída com o evoluir da relação. A mulher, pelo contrário, quanto mais tempo passa mais depressa atinge o orgasmo.  



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